terça-feira, 1 de novembro de 2016

Silêncios


“…caminha só pela areia da praia deserta,
procurando respostas nos seus silêncios,
as certezas são duvidas que não se esclarecem,
tal como o vento e o mar, que não se deixam silenciar.
À sua volta, já não resta Ninguém, apenas gente.
Gente que já foi Ninguém, gente que partiu em silêncio.
Tanto que trouxeram e tão pouco o que deixaram.
Na areia, as marcas de caminhos trilhados, enquanto não são apagadas pela maré, aquelas passadas são memórias, histórias, lembranças, e enquanto elas resistirem,
Ninguém caminha só numa praia deserta…”  

domingo, 21 de agosto de 2016

Tranquilo...

No meio do turbilhão que é a Vida, também há momentos de verdadeira Tranquilidade...
mesmo que seja curta a sua duração...

terça-feira, 19 de abril de 2016

"...por mais negro que esteja o meio que nos cerca, há sempre uma Luz que nos indica outro caminho..."

terça-feira, 12 de abril de 2016

Saudade...



“...Será a Saudade algo mais que uma Lembrança? 
 Será a Lembrança o momento em que relembramos o que nunca esquecemos?
Ou a vontade de reviver o que já se viveu? 
Será a Saudade, a liberdade de viajar pelas memórias que ficam para sempre?
 

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

"...a pluralidade do momento, cinge-se à singularidade do efeito..."

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Tempo...

“… já não resta Tempo, para perder Tempo com o Tempo perdido, somei Tempo ao Tempo, dividi-me entre Tempos, multipliquei-me para estar em todos os Tempos, no fim, o Tempo subtraiu Tempo, ao Tempo que resta.
Agora que o Tempo, escoa, esfumando-se rapidamente no próprio Tempo, é Tempo de dar Tempo ao próprio Tempo, quanto Tempo falta, para o fim do Tempo? menos que o Tempo que passou, certamente! mas não será um Tempo menor, será este o Tempo? o inicio de novos Tempos…Tempos diferentes, vivos e intensos como todos os outros Tempos…agora que já não resta Tempo, é Tempo de dar Tempo ao novo Tempo…”

sexta-feira, 31 de julho de 2015

“...A solidão é um vazio silencioso e inativo, um Muro onde se fixa o olhar e nada se vê, que absorve a mente, à sua volta o silêncio, à sua frente o vazio..., imóvel sente a ausência de vida, o tempo passa, à sua frente apenas o vazio, à sua volta o silêncio...
De costas voltadas para a vida, onde tudo se move, onde o ruído é intenso e não se ouve, à sua frente o vazio, ao seu redor o silêncio... O tempo passa, a atitude não muda, por falta de movimento, o silêncio acentua-se. Num ato de coragem, vira costas ao Muro, olha a vida e ouve tudo à sua volta... Nem tudo é silêncio, nem tudo é vazio...”