“…Uma
folha branca sobre a mesa, uma caneta na mão, uma história por contar.
Aos
poucos, letra a letra o texto vai tomando forma, os personagens e os locais ganham
vida, contam as suas verdades e mentiras, falam dos seus dias e daqueles que
consigo cruzaram os mesmo dias, a ficção abraça a realidade, os sonhos de ontem
e as verdades de hoje são uma verdade e mentira, o imaginário confunde-se com o
real, a verdade é história, a mentira um sonho. As palavras ditas em silêncio
voam como o vento, sentem-se sem se ver, fazem rir e chorar, perdoam e fazem
recordar. Não há brilho sem luz, nem fogo sem chama, só há verdade porque
existe a mentira…”